13/11/2009

OS MELHORES BARES DE SÃO PAULO (MESMO!!!)


Não é fácil montar uma lista dos melhores bares de São Paulo. O que não falta por aqui é bar. As vilas Madalena e Olímpia concentram boa parte desses estabelecimentos. É possível conhecer três por semana. Mesmo assim, levaria uma eternidade para conhecer todos os bares, botecos e biroscas de São Paulo. Para isso, a revista Veja São Paulo (a popular Vejinha) e o Jornal Folha de São Paulo convocam um batalhão de baladeiros e especialistas. O humilde Vem Ver Sampa não quer e não tem condições de fazer algo parecido. Mas, tem condições de consultar a última edição do Melhor de São Paulo da Vejinha, de folhear o Guia da Folha, de vasculhar a internet e de consultar amigos jornalistas.
Espero que vocês leiam a lista e apreciem os lugares indicados.
(Eu, particularmente, gosto do Terraço Itália, um ótimo lugar para pedir alguém em casamento, comemorar aniversário de casamento, levar amigos gringos ou simplemente curtir a maravilhosa vista noturna de São Paulo. E que vista!)

BOTECO
 São Cristóvão (Veja São Paulo)
R. Aspicuelta, 533 – Vila Madalena

CHOPP
 Bar Léo (Folha de S. Paulo)
R. Aurora, 100 – Santa Efigênia
 Original (Veja São Paulo)
R. Graúna, 137 - Moema

FIM DE NOITE
 Filial (Folha de S. Paulo)
R. Fidalga, 254 – Vila Madalena
 Filial (Veja São Paulo)

HAPPY HOUR
 São Pedro São Paulo (Veja São Paulo)
R. Dr. Sebastião Paes de Barros, 127 – Itaim Bibi
 Salve Jorge (Vem Ver Sampa)
Praça Antônio Prado, 33 - Centro

PARA DANÇAR
 CB BAR (Folha de S. Paulo)
R. Brig. Galvão, 871 – Barra Funda

MÚSICA AO VIVO
 CB BAR (Folha de S. Paulo)
R. Brig. Galvão, 871 – Barra Funda
 Ó DO BOROGODÓ (Veja S. Paulo)
R. Horácio Lane, 21 - Pinheiros

PARA IR A DOIS
 Baretto (Veja São Paulo)
R. Vitório Fasano, 88 (Hotel Fasano) – Jardim Paulista
 Terraço Itália (Vem Ver Sampa)
Av. Ipiranga, 344 – 41º Andar – República
 Salomão (Vem Ver Sampa)
Av. Angélica, 2435 – Higienópolis

CARTA DE CERVEJAS
 Melograno (Veja São Paulo)
R. Aspicuelta, 436 – Vila Madalena

COZINHA
 Adega Santiago (Veja São Paulo)
R. Sampaio Vidal, 1072 – Jardim Paulistano

PARA PAQUERAR
 Sonique (Veja São Paulo
R. Bela Cintra, 461 – Consolação

PARA LEVAR TURISTAS
 Salve Jorge (Vem Ver Sampa)
Praça Antônio Prado, 33 - Centro
 Terraço Itália (Vem Ver Sampa)
Av. Ipiranga, 344 – 41º Andar – República
 Bar Brahma (Vem Ver Sampa)
Avenida São João, 677 - Centro

REGIÃO DO ABC
 Liverpool (Vem Ver Sampa)
Avenida Kennedy, 819 – São Bernardo do Campo

23/10/2009

CONHEÇA SÃO PAULO EM DOIS DIAS


São Paulo recebe centenas de eventos das mais diversas áreas e para os mais diversos públicos. Feiras de negócios, congressos e workshops são os principais eventos. Em virtude disso, a cidade recebe milhares de turistas todos os anos. A maioria permanece pouco tempo. São somente um ou dois dias de estadia e “adeus, São Paulo”. Alguns visitantes, no entanto, reservam um tempo, ainda que curto, para conhecer a cidade.
Para nós, resta perguntar: o que fazer em dois ou três dias de visitas? É difícil de responder, ainda mais por que o tempo é curto e a cidade grande. São Paulo é mais do que uma cidade ligada a negócios e eventos. Possui restaurantes, bares, casas noturnas, shoppings e inúmeras atrações turísticas. Para conhecê-la, o turista precisa de, no mínimo, 10 dias. No entanto, eu dei um jeito de criar dicas para quem não dispõe de muito tempo. O visitante pode não conhecer São Paulo a fundo, mas pelo menos sairá satisfeito. Pode não ir a todos os lugares, mas conhecerá os mais conhecidos.

DICA Nº 1 – O trânsito paulistano é um tanto complicado e lento. Se estiver hospedado na região da avenida Paulista ou Centro, vá de metrô. A rede paulistana é moderna e bem sinalizada. Além disso, a maior parte das atrações turísticas fica próxima de estações. O Parque da Luz, o Museu da Língua Portuguesa e a Pinacoteca do Estado, por exemplo, são colados à estação Luz do Metrô. Táxi e ônibus, só se estiver hospedado em lugares mais distantes como as regiões da avenida Luís Carlos Berrini, Faria Lima e Anhembi.

DICA Nº 2 – Tome cuidado com a segurança. Evite andar com objetos de valor. Seja discreto com a câmera fotográfica. Evite transitar sozinho à noite. Como o metrô só funciona até meia-noite e meia, opte pelo táxi de madrugada. Os problemas de São Paulo são proporcionais ao tamanho da cidade. A violência é um deles. Você pode ser assaltado em qualquer cidade do mundo (sei de uma paulistana que foi assaltada e esfaqueada em Paris), por isso é sempre bom tomar algumas precauções.

DICA Nº 3 – Visite a avenida Paulista. Como boa parte dos turistas que visitam São Paulo se hospeda nas proximidades da Paulista, uma das melhores pedidas é conhecer a região. A principal atração da Paulista é o Museu de Arte Moderna – MASP. A avenida, no entanto, reúne centros culturais, shoppings e áreas de lazer. Alguns turistas gostam do Parque Trianon, local onde podem apreciar espécies nativas da flora brasileira. Os turistas de domingo curtem a feira de antiguidades do MASP e a de artesanato do pequeno shopping center 3. Localizados nas imediações, os shoppings Pátio Paulista e Frei Caneca são ótimos locais para compras. (Veja o post sobre a avenida Paulista – “Avenida Paulista, endereço das artess)

DICA Nº 4 – Vá ao Parque do Ibirapuera. Devido ao trânsito, é melhor tomar um táxi ou ônibus para ir ao parque. Ele fica próximo da avenida Paulista. O Parque do Ibirapuera abriga o Museu de Arte Moderna de São Paulo, o Museu Afro-Brasil, o planetário da cidade e o obelisco. É também lá que está o Monumento às Bandeiras, um dos principais cartões-postais de São Paulo. (Veja o post sobre o Ibirapuera)

DICA Nº 5 – Conheça o Bairro da Liberdade. É fácil chegar lá, basta tomar o metrô e desembarcar na estação Liberdade. Os melhor dia para visitar o bairro é o domingo. Mas, se você quiser apenas conhecer o reduto oriental da cidade, qualquer dia vale a pena. Veja as lojas de produtos orientais, elas são uma atração à parte. (Mais informações no post sobre a Liberdade)

DICA Nº 6 – Não deixe de conhecer o Centro. Se reservou um dia para o Parque do Ibirapuera e outro para avenida Paulista, deixe o terceio para o Centro. Vá ao edifício do Santander (chamado Altino Arantes), conheça o Mosteiro de São Bento (na estação de mesmo nome), visite a Catedral da Sé e tome um café no Pátio do Colégio. A Catedral é a principal igreja católica de São Paulo. Com arquitetura de inspiração gótica, a Catedral é vizinha da estação Sé do metrô. As outras atrações do Centro são: Vale do Anhangabaú, Igreja de São Francisco, Teatro Municipal, Galeria do Rock, Viaduto Santa Efigênia e Centro Cultural do Banco do Brasil. Se puder, vá ao restaurante Terraço Itália. De lá, poderá descortinar uma das mais deslumbrantes vistas da cidade.

DICA Nº 7 – Região da Luz. A Luz é conhecida por ser uma região de comércio popular e tráfico de drogas. Mas é mais segura do que muitos imaginam. Basta seguir a dica nº 2 que tudo dará certo. A Luz é sede do Museu da Língua Portuguesa, um dos principais museus interativos da cidade e da Pinacoteca do Estado, que possui um dos maiores acervos de arte do Brasil. Isso sem esquecer o Parque da Luz, Museu de Arte Sacra e Estação Júlio Prestes, três belos cartões-postais de São Paulo.

DICA Nº 8 – Compras. É difícil encontrar locais que vendam lembranças de São Paulo. Experimente o quiosque Sampa Stampa do shopping Center 3 (avenida Paulista) e a loja BR 111 do Pátio Paulista (no início da avenida de mesmo nome). Mas, se quiser comprar produtos populares, vá à rua 25 de Março, nas proximidades da estação São Bento do metrô. Para produtos mais sofisticados e de marcas internacionais, a melhor dica é a rua Oscar Freire, na região da avenida Paulista. (Confira mais informações nos posts “Segredos da 25 de Março” e “As ruas especializadas de São Paulo”. Sobre os shoppings, há um texto com o título “Os Piores Shoppings de São Paulo”)

09/10/2009

A SÃO PAULO ROMÂNTICA


“São Paulo é tão romântica quanto um cachorro morto”.
Quem disse a tal barbaridade foi um jornalista estrangeiro em visita a São Paulo durante o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. A infeliz declaração foi publicada no exterior e reproduzida por uma revista brasileira de grande circulação. Eu, naturalmente, fiquei revoltado. E, acredito, qualquer paulistano (ou visitante que conheça bem a cidade) também ficaria indignado.
Tá certo que São Paulo não é nenhuma Paris, Barcelona ou Praga. Mas também tem atrações bonitas e lugares românticos. Quem já passeou na Paulista nas tardes de domingo sabe do que estou falando.
Foi pensando na (mil vezes!!) declaração infeliz do jornalista que resolvi elaborar um roteiro com oito passeios/lugares românticos em São Paulo. São lugares onde é possível andar de mãos dadas, curtir um momento a dois e, de quebra, fazer compras, curtir uma peça, pegar um cinema ou aproveitar um jantar a dois. O interessante é que não são exatamente programas para dois, mas para quatro, três e (por que não??) uma pessoa.
Vou começar, obviamente pelas tardes de domingo na Paulista.

AVENIDA PAULISTA – O melhor dia para andar de mãos dadas é o domingo. Além de visitar o Parque Trianon, os casais podem conhecer o Masp, passear na feirinha de antiguidades do museu e, de quebra, pegar uma sessão de cinema no Center 3. Se desejarem um filme alternativo, há opções no Espaço Unibanco (do shopping Frei Caneca), no Reserva Cultural (que fica no prédio da Gazeta) e no HSBC Belas Artes (na esquina com a Consolação). Livrarias? Experimentem a FNAC e a Cultura – esta última, localizada no Conjunto Nacional. Mais informações no post Paulista, Endereço das Artes.

PARQUE DO IBIRAPUERA – O parque possui jardins, museus, monumentos, restaurante (junto ao Museu de Arte Moderna), áreas de lazer, bicicletas para aluguel, gente bonita, muito verde e um gramado onde pode-se namorar à vontade (ooops, quase à vontade). Os melhores dias são os sábados, domingos e feriados. Preciso dizer mais alguma coisa? Então, veja o post Motivos Para Visitar o Ibirapuera.

TERRAÇO ITÁLIA – Localizado no Edifício Itália (avenida Ipiranga, esquina com a São Luís), o Terraço é indicado para quem quer: pedir a mão de alguém em namoro, pedir alguém em casamento, comemorar bodas ou simplesmente dizer “eu te amo”. A comida é de primeiríssima qualidade e a vista… uau, é de tirar o fôlego!

VALE DO ANHANGABAÚ – Os bons conhecedores do Centro devem estar se perguntando: “Como assim? O que o Anhangabaú tem de atraente???”. E eu respondo: muita coisa. Vejam só: igreja do Largo São Bento, shopping Light, Café Girondino, prédio do Banespa/Santander (o mirante pode ser visitado de segunda a sexta até 17h00), Teatro Municipal e jardins do teatro. Aliás, o bem-conservado jardim do teatro parece convidar os visitantes para um momento a dois. Experimente as tardes de domingo (especialmente na primavera e verão), quando a região é mais tranquila. A impressão é de que estamos em uma pacata cidade do interior. Detalhe: a não ser na Virada Cultural, o Anhangabaú está sempre limpo e bem-conservado.

PINACOTECA DO ESTADO E PARQUE DA LUZ – A maior prova de que São Paulo é uma cidade para ser apreciada. Prova também de que é uma cidade para andar de mãos dadas. Vizinha da bela Estação da Luz e do interessantíssimo Museu de Arte Sacra, a Pinacoteca funciona quase todos os dias da semana. Além de apreciar exposições de arte, os visitantes podem tomar um cafezinho ou fazer um lanche no café da Pinacoteca - que possui mesas ao lado do parque. Após, o café, a melhor pedida é um passeio entre as sombras das árvores do Parque da Luz. Vejam as esculturas, o coreto e as enormes jaqueiras. O parque possui ainda monumentos, bancos e um pequeno lago com carpas. O passeio é para o dia todo, mas, se sobrar disposição, visitem o Museu de Língua Portuguesa.

AVENIDA FARIA LIMA E SHOPPING IGUATEMI – Que o Iguatemi é um dos mais sofisticados shoppings de São Paulo, todos sabem. O que poucos sabem é que nem tudo que esta à venda é inacessível. Ele também não é um condomínio exclusivo para endinheirados. Localizado na avenida Faria Lima, o Iguatemi é vizinho do Museu da Casa Brasileira e do Otávio Café. O museu conta com um bom restaurante e amplo jardim. Sem esquecer o acervo e as exposições temporárias. Um de seus mais ilustres vizinhos, é outro shopping: o Eldorado (na esquina da Rebouças com a Marginal Pinheiros). Deixem o carro no estacionamento e dêem umas voltas na avenida. Ela conta com um passeio central com árvores, bancos e belos mosaicos no chão. Se tiver bicicleta, experimente o recém-implantado passeio dominical entre o Parque do Povo e o Ibirapuera. É um programa para casados, solteiros, viúvos…

PARANAPIACABA – Localizada no município de Santo André (ABC Paulista), Paranapiacaba é uma autêntica vila inglesa. Possui torre do relógio, museu ferroviário, passeio de trem e ótimas trilhas. Se a fome bater, a vila conta com restaurantes e lanchonetes. Aos domingos, funciona uma feira onde os moradores locais vendem artesanato. Experimentem as trilhas. Algumas levam a cachoeiras e morros de onde é possível enxergar parte do litoral. Em julho ocorre o ótimo Festival de Inverno de Paranapiacaba. Para chegar de trem, embarque na Luz e desça em Rio Grande da Serra. Em seguida, tome o ônibus para Paranapiaca – cujo ponto fica ao lado da estação ferroviária. De carro, o melhor caminho é pela Anchieta e, em seguida, rodovia Índio Tibiriçá.

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO – Localizado no bairro do Morumbi, em frente ao Palácio dos Bandeirantes, a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano é uma das mais importantes instituições culturais de São Paulo. Conta com um interessante acervo museológico, artístico e paisagístico. Ideal para um passeio a dois – e, quem diria, para um domingo em família. O acervo de objetos históricos brasileiros, além de obras de artistas como Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, e Cândido Portinari, é imperdível. Além do acervo museológico, a Fundação possui um extenso (e belo!) parque com exemplares da Mata Atlântica. Aos domingos, sempre pelas manhãs, há recitais e concertos. Para completar, a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano há um sofisticado salão de chá que oferece de bolo de frutas a deliciosos croissants. Se puder, visitem o vizinho Palácio dos Bandeirantes que, assim como a Fundação, conta com um importante acervo artístico e ampla área verde (mas, atenção: visitas devem ser agendadas).
Por último, gostaria de indicar alguns lugares do interior e litoral que não ficam mais do que três horas distantes de São Paulo: São Luis do Paraitinga, Campos do Jordão, Ilhabela e Parati.
Quero também de deixar uma pergunta: na sua opinião, qual lugar de São Paulo devia ser incluído nesse texto?

18/09/2009

ALÉM DA GALERIA DO ROCK


Eu conheço a Grandes Galerias/Galeria do Rock há mais de 20 anos. Era garoto e costumava pintar no Centro com um amigo apaixonado por rock. Mais roqueiro que ele, impossível! Nosso passeio começava na Woodstock Discos, na rua Dr. Falcão, e terminava no McDonald’s da rua Direita. Entre um e outro, passávamos pelo Museu do Disco, Mappim (que saudades do velho Mappim!) e pela galeria Presidente. Às vezes, levávamos quatro, cinco e até dez discos de vinil de uma vez.
Com o tempo, a Galeria do Rock se tornou nacionalmente conhecida. Gente de todos os cantos do país vem conferir os lançamentos de CDs e comprar acessórios, principalmente camisetas. Ao contrário dos primeiros tempos, ela lota no finais de semana. Mas, e depois? Onde “esticar” após algumas horas na Galeria do Rock?
Como bom conhecedor do Centro (vocês não fazem idéia de como ele é familiar!), tenho dicas para roqueiro nenhum botar defeito. Há bons lugares para visitar, de sebos a lojas de instrumentos musicais. Confira nas próximas linhas:

WOODSTOCK DISCOS – Apesar do nome, a Woodstok quase não vende mais CDs. E outra: ela não é nem sombra do que foi na década de 80, época em que era ponto de encontro de metaleiros (ops, headbangers!!). Mas vende camisetas e acessórios variados e de boa qualidade. Para os trintões e quarentões, é um ótimo lugar para matar saudades. Dá vontade de passar um e-mail para os amigos e marcar um encontro nesse que foi um dos marcos roqueiros da São Paulo dos anos 80. A Woodstock fica na rua Dr. Falção, quase ao lado da atual sede da prefeitura de São Paulo.

SEBO DO MESSIAS – Pô, mas o que um cara que frequenta a Galeria vai fazer em um sebo? Eu explico. Localizado na Praça João Mendes (atrás da Catedral da Sé), o Sebo do Messias é um bom local para encontrar livros usados por preços acessíveis. E o que é mais interessante: é recomendável para quem procura LPs de rock antigos e revistas em quadrinhos. O acervo de quadrinhos do Messias é imenso. Vende gibis da Marvel, DC, Dark Horse e outras. Com sorte, dá para encontrar raridades.

EDIFÍCIO ALTINO ARANTES – Eis um programa imperdível: visitar o prédio do Banespa/Santander antes ou depois de passar pela Galeria. Ambos ficam próximos. É possível enxergar boa parte da cidade lá de cima. A vista é de tirar o fôlego. Pena que o limite para ficar em cima seja de apenas cinco minutos. Ah, não abre nos finais de semana.

RUA SANTA EFIGÊNIA – Quer comprar aparelhos eletrônicos? Pretende fazer upgrande em seu computador? A Santa Efigênia é o lugar certo. E o legal é que, além de produtos eletrônicos, ela é especializada em acessórios para shows e festas. Dá para comprar caixas acústicas, canhões de luz e até globos espalhados se o seu caso fôr música eletrônica.

RUA DO SEMINÁRIO – Apesar de pequena, a rua do Seminário (cuja extensão é de apenas um quarteirão) e redondezas possui quase 30 lojas de instrumentos musicais. De bateria a guitarras, de sintetizadores a baixos, ela vende quase todos os tipos de instrumentos. É ideal para quem está pensando em comprar a primeira guitarra, ou pretende montar uma banda com os amigos. A rua do Seminário fica em frente à igreja da Santa Efigênia e quase ao lado do viaduto de mesmo nome.

SHOPPING LIGHT – À primeira vista, o Light não oferece nada de interessante. Quer dizer, depende do ponto de vista!! Quer fazer um lanche depois da Galeria? A praça de alimentação é ótima. Quer comprar tênis por um preço em conta? A megastore da Reebok é o lugar. Pretende comprar chocolates, salgadinhos, lanchinhos? O shopping tem uma ótima filial das Lojas Americanas. Endereço: Viaduto do Chá, em frente ao Teatro Municipal.

GALERIA PRESIDENTE – O preconceito dos roqueiros não se justifica. Tá certo que há lojas de reggae, música eletrônica e coisas do tipo… Mas para que preconceito? Se você for eclético e livre dessa “asquerosidade” chamada intolerância, visite o centro comercial Presidente. Quem sabe não vai dar de cara com lojinhas especializadas em reggae e animês? E quem sabe não vai gostar dos seus estúdios de tatuagem? Ou mesmo do ambiente? Ou dos outros estilos musicais que, de vez em sempre, ouvimos em seus corredores? Mas se o seu negócio for raridades e discos fora de catálogo, experimente a loja London Calling. A Presidente fica na rua 24 de Maio, a poucos metros da Grandes Galerias.

CINE MARABÁ – Que tal uma bela sessão de cinema no sábado à tarde? Vá ao cinema Marabá e veja como ficou a reforma deste que é um dos mais tradicionais cinemas de São Paulo. Com cinco salas, o Marabá tem sempre um bom filme em cartaz. Se quiser, dá para fazer um lanche no Habib’s ou McDonald’s da avenida Ipiranga após o cinema.

PROMOSAMPA DISCOS E LIVROS – Trata-se, na verdade, de um sebo especializado em revistas, VHSs, CDs e LPs antigos. A Promosampa tem vários irmãos gêmeos. Um deles é o Sampa Discos, localizado a poucos metros, também na avenida São João. O barato dessas lojas são as fitas VHS (a quantidade é impressionante) e as revistas em quadrinhos. São revistas antigas como Mandrake, Fantasma, Recruta Zero, A Espada Selvagem de Conan (da década de 80) e outras. Os da Marvel são do tempo da editora Bloch, daí os preços salgados. Aliás, um gibi do Fantasma, editada pela antiga RGE, não sai por menos de RS 10,00.

11/09/2009

OS MELHORES RESTAURANTES DE SÃO PAULO (MESMO!!)


Eu, definitivamente, não conheço nem metade da metade dos restaurantes de São Paulo. Por isso, não sou a pessoa ideal para dizer qual o melhor. Apontar a melhor pizzaria, então, é impossível. Ainda mais numa cidade onde pizzarias pipocam em quase todas as esquinas. Mas, como há jeito para tudo (ou quase tudo!), consegui montar uma lista com os melhores lugares para comer na cidade. Para tanto, recorri aos rankings do jornal Folha de São Paulo e da revista Veja São Paulo, mais conhecida como Vejinha. Consultei também alguns amigos jornalistas que, mais do que eu, conhecem a boa mesa paulistana.
A opinião do Vem Ver Sampa nasceu da junção das dicas de jornalistas com as do autor do blog. Foi difícil chegar a uma unanimidade, mas conseguimos indicar alguns lugares interessantes.
Classificados em 18 categorias, os restaurantes estão listados abaixo.


MELHOR CHURRASCARIA
 Fogo de Chão (Folha de S. Paulo)
Av. Moreira Guimarães, 964 – Indianópolis (e mais duas endereços)
 Fogo de Chão (Veja São Paulo)

MELHOR COZINHA RÁPIDA
 Ráscal (Folha de S. Paulo)
Al. Santos, 870 – Cerqueira César

MELHOR FEIJOADA
 Rubayat (Folha de S. Paulo)
Av. Brig. Faria Lima, 2954 – Jardim Paulista
 Bolinha (Vem Ver Sampa)
Av. Cidade Jardim, 53 – Itaim Bibi

RESTAURANTE BRASILEIRO
 Tordesilhas (Folha de S. Paulo)
R. Bela Cintra, 465 – Consolação
 Brasil a Gosto (Veja São Paulo)
R. Prof. Azevedo do Amaral, 70 – Jardim Paulista
 Consulado Mineiro (Vem Ver Sampa)
Pça Benedito Calixo, 74 - Pinheiros

ÁRABE
 Arábia (Folha de S. Paulo)
R. Haddock Lobo, 1397 – Cerqueira César
 Arábia (Veja São Paulo)
 Almanara (Vem Ver Sampa)
R. Basílio da Gama, 70 – República (e mais nove unidades)

FRANCÊS
 La Brasserie Erick Jacquim (Folha de S. Paulo)
R. Bahia, 683 – Higienópolis
 La Brasserie Erick Jacquim (Veja S. Paulo)
 La Casserolle (Vem Ver Sampa)
Largo do Arouche, 346 – República

ITALIANO
 Due Cuoche Cucina (Folha de S. Paulo)
R. Manoel Guedes, 93 – Itaim Bibi
 Due Cuoche Cucina (Veja S. Paulo)
 Vicolo Nostro (Vem Ver Sampa)
R. Jataituba, 29 – Vila Gertrudes

ESPANHOL
 Don Curro (Veja São Paulo)
R. Alves Guimarães, 230 - Pinheiros
 Don Curro (Vem ver Sampa)

PORTUGUÊS
 Antiquarius (Veja S. Paulo)
Al. Lorena, 1884 – Jardim Paulista

JAPONÊS
 Kinoshita (Folha de S. Paulo)
R. Jacques Felix, 405 – Vila Nova Conceição
 Jun Sakamoto (Veja S. Paulo)
R. Lisboa, 55 – Pinheiros

GREGA
 Acrópolis (Vem Ver Sampa)
R. da Graça, 364 – Bom Retiro

HAMBÚRGUER
 Ritz (Folha de S. Paulo)
Al. Franca, 1.088 – Jardim Paulista

PARA VER E SER VISTO
 Spot (Folha de S. Paulo)
Al. Ministro Rocha Azevedo, 72 – Cerqueira César

PEIXE E FRUTOS DO MAR
 Amadeus (Folha de S. Paulo)
R. Haddock Lobo, 807 – Cerqueira César

PIZZARIA
 Bráz (Folha de S. Paulo)
R. Graúna, 125 – Vila Uberabinha
 Quintal do Bráz (Veja S. Paulo)
R. Gandavo, 447 – Vila Clementino
 Castellões (Vem Ver Sampa)
R. Jairo Góis, 126 – Brás

VEGETARIANO
 Moinho Verde (Folha de S. Paulo)
R. Francisco de Morais, 227 – Chac. Santo Antônio

ROMÂNTICO
 Terraço Itália (Vem Ver Sampa)
Av. Ipiranga, 344 – 41º Andar – República

24 HORAS
 Paris 6 (Folha de S. Paulo)
R. Haddock Lobo, 1240 – Cerqueira César
 Paris 6 (Vem Ver Sampa)

04/09/2009

QUE 25 DE MARÇO, QUE NADA!!!


A maioria dos visitantes e sacoleiros da 25 de Março conhece poucos lugares que não seja a maior rua de comércio popular de São Paulo. Alguns até visitam ruas como Barão de Duprat e pontos turísticos como o Mercado Municipal e… só. É uma pena, pois eles não exploram as ruas paralelas e tampouco conhecem a vizinhança. Esse pessoal não sabe o que está perdendo.
O entorno da 25 de Março é definitivamente, um dos melhores lugares para conhecer, passear e (óbvio!!) fazer compras em São Paulo. E justamente por que ela não se restringe a rua 25 de Março! Ela é extensa e oferece uma gama variadíssima de produtos. O visitante pode ver e comprar quase tudo que der na cabeça, de máquinas a bichos de pelúcia.
Eu, que conheço, a região da 25 de Março há anos, nunca deixo de me surpreender com uma rua recém-descoberta ou nova loja. É uma região tão interessante que nós somos levados a afirmar: “Que 25 de Março, que nada; interessante é a vizinhança”.
Confira nas próximas linhas uma relação de ruas que valem a visita.

AVENIDA SENADOR QUEIRÓIS – A Senador Queirós cruza as ruas 25 de Março e Florêncio de Abreu. É, portanto, próxima de tudo que você imagina. O que chama a atenção nela é a quantidade de lojas de bonés, guarda-chuvas e… armações para óculos! Chega a ser curioso. Existem lojas que vem armações aos milhares. São de todo o tipo. Armações de gente séria e que se preocupa com a aparência e de gente que deseja mais fazer sucesso no carnaval.

AVENIDA MERCÚRIO – Trata-se, na verdade, um prolongamento da Senador Queirós – altura do Parque Dom Pedro II. A Mercúrio é especializada em produtos integrais, temperos, farinhas, doces árabes, frutas secas e balas. Quase todas as lojas vendem basicamente esses produtos. Boa parte dos produtos é vendida à granel. Dá para sair de lá com algumas gramas de balas de marshmallow e quilos de frutas secas. Não deixe de visitar a Casa de Saron, que é muito interessante.

RUA SANTA ROSA - Impossível visitar a Santa Rosa sem entrar em um de seus empórios e lojas. É a rua ideal para quem pretende comprar temperos, azeites, queijos e vinhos. E o que é importante: todos os produtos tem preço acessível. Uma indicação: a loja Cerealista Helena.

RUA DA CANTAREIRA – A Cantareira é uma rua especializada em embalagens. Ideal para varejistas, que precisam adquirir embalagens em grandes quantidade. Donos de lojas de presente, por exemplo, podem adquirir papéis de embrulho, fitas e laços à vontade. Donos de restaurantes e botecos tem caixas de isopor e marmitex que não acabam mais. Só quem pretende comprar o papelzinho de presente para embrulhar a lembrancinha recém-comprada na 25 de Março é que vai ficar na mão. É impossível comprar um único papel, apesar dos estabelecimentos venderem esse produto às toneladas.

RUA DO GASÔMETRO – O que posso dizer sobre a Rua do Gasômetro é que ela é especiliazada na venda de produtos de madeiras, como tábuas e compensados. A Léo Madeiras é a principal loja do pedaço.

RUA PAULA SOUZA – Se você não se contentou com os produtos (e o preços salgados) da loja, Doural, na 25 de Março, experimente ir até a rua Paula Souza. Especilizada em utensílios de cozinha (são mais de 30 lojas), ela é o paraíso dos cozinheiros profissionais e amadores. Donos de restaurantes vão se deliciar com os fogões e as panelas (algumas gigantes, ideais para refeições coletivas); mas, mesmo quem pretende comprar um simples presentinho sairá satisfeito. Algumas lojas vendem descansos de mesa, formas para pizza, pipoqueiras, porta-guardanapos e até saleiros de encher os olhos. Faça uma visita a Artinox, Di Presentes e Sevilha.

RUA BARÃO DE DUPRAT – É a irmã menor da 25 de Março, com a diferença de que não tem tantas lojas e possui calçadas mais estreitas. O forte da Barão de Duprat são as lojas de bijuterias - inclusive de acessórios para sua fabricação. O ponto mais conhecido da Duprat é o shopping Mundo Oriental – bem menos claustrofóbico e muito mais seguro que o shopping 25. Experimente visitar a loja Decor Design, ótimo lugar para comprar presentes. A gigante Camicado também é uma boa pedida. Idem para a loja de bijuterias Sheila. Agora, imperdível mesmo são os doces árabes da Empório Syrio.


LADEIRA PORTO GERAL – Pequena e (sempre!) apinhada de gente, a Porto Geral é conhecida basicamente pelas lojas de bijuterias e fantasias. Não deixe, por nada nesse mundo, de visitar as lojas de fantasias, que oferecem vestimentas para quem pretende abalar no carnaval, Parada Gay, festa junina, Halloween ou mesmo no Natal. As opções de fantasias e acessórios (perucas, óculos etc) são variadíssimas. Visitar as lojas da Porto Geral é um ótimo antídoto para o stress das compras.

RUA FLORÊNCIO DE ABREU – Especializada em máquinas e equipamentos, a Florêncio de Abreu é um prato cheio para quem pretende adquirir ferramentas. Com lojas montadas em velhas e coloridas construções, ela dispõe de furadeiras, brocas, soldadeiras, mangueiras, equipamentos de segurança e uma variadade impressionante de materiais. Mesmo que não queira adquirir nenhuma ferramenta - ou sequer pensa em comprar pregos – vale a visita. A Florêncio é vizinha do Largo de São Bento (com sua monumental igreja) e do Vale do Anhangabaú, ótimos locais para um “clique”.

28/08/2009

MOTIVOS PARA VISITAR O PARQUE DO IBIRAPUERA


Conheci o Parque do Ibirapuera quando tinha 16 anos. Morador do ABC, foi um dos primeiros lugares de São Paulo onde me aventurei sozinho. Achava que o shopping Ibirapuera ficava perto e que podia chegar lá a pé. Os ambulantes e seguranças insistiam que eu não conseguiria chegar caminhando, mas teimei na idéia. Ainda bem que não fui. Só mais tarde soube o quanto são distantes e de como o parque é interessante.
Demorou um pouco para conhecer todo o parque. Para ser franco, acho que ainda há muito por descobrir. O Jardim Japonês, por exemplo!! Ainda não tive o privilégio de conhecê-lo. Mas há outras atrações que conheço muitíssimo bem e faço questão de indicar aos visitantes do Vem Ver Sampa. São mais do que atrações, são bons motivos para conhecer o Ibirapuera.

OCA – Idealizada pelo arquiteto Oscar Niemeyer (como o pavilhão, a marquise e o teatro), a OCA foi sede do Museu do Presépio e do saudoso Museu da Aeronáutica. Não sei por que a chamam de Oca, uma vez que parece um disco voador. Mas não importa. A Oca costuma abrigar exposições de todo tipo e tamanho. Foi lá que tive o privilégio de visitar duas inesquecíveis: Dinossauros na Oca e Os Guerreiros de Xi’an.

MARQUISE DO IBIRAPUERA – A Marquise é, na verdade, um imenso espaço coberto onde costumam se reunir diversas tribos. Patinadores e skatistas principalmente! É um ótimo lugar para travar contato (e, quem sabe, conhecer) com as tribos que habitam a selva paulistana: emos, fãs de reggae, esotéricos, hippies (sim, ainda existem remanescentes da espécie), skatistas e até grupos GLS. De vez em quando, o espaço é ocupado com eventos culturais e feiras.

JARDIM DAS ESCULTURAS – Localizado ao lado da Oca, o Jardim das Esculturas é um imenso espaço aberto com cerca de 30 esculturas ao ar livre. Algumas passam despercebidas, mas a maioria é interessante. Não recomendável para quem detesta arte moderna. Excelente para quem gosta de fotografar.

MAM – O Museu de Arte Moderna de São Paulo funciona no Ibirapuera desde 1948. O acervo é imenso. Também abriga exposições temporárias. Se puder, visite o restaurante (nem que seja para experimentar um cheesecake) e a irresistível lojinha do museu.

MAC – Eu sempre tive dificuldade para encontrar a entrada do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo. Mas, parece que a dificuldade está com os dias contados. A não ser que demorem para a abrir a nova filial no prédio do Detran - bem ao lado do parque. Vai ser uma oportunidade única para ver obras de Picasso, Modigliani e outros artistas modernos. O museu também sedia exposições temporárias.

PAVILHÃO DA BIENAL – Se tiver sorte, você o encontrará aberto. O Pavilhão costuma sediar exposições temporárias e eventos de grande porte como a Bienal do Livro (que ocorre atualmente em outro local), Bienal de Arte de São Paulo, Bienal de Arquitetura e a fechadíssima, mas concorrida São Paulo Fashion Week. Pertencente a Fundação Bienal, o prédio por Oscar Niemeyer e inaugurado na mesma época do Parque do Ibirapuera.

PLANETÁRIO – É um dos lugares mais sensacionais do parque. A visita vale por toda a vida (ao menos para mim). É uma verdadeira escola de astronomia. Em cadeiras reclinadas, o visitante aprende sobre o espaço, as constelações, o Sistema Solar e, de quebra, pode ter o privilégio de saber como era o céu paulistano na época do descobrimento. O ingresso custa R$ 5,00 (inteira) e o telefone é (11) 5575-5206.

MUSEU AFRO-BRASIL – Inaugurado em 2004, o Afro-Brasil tem a intenção de resgatar os artistas e a arte de temática africana. Deixe seus preconceitos de lado (ainda mais se você for do tipo que vive associando arte a religião) e faça uma visita ao museu tocado por Emanoel Araújo, ex-diretor da Pinacoteca do Estado. O acervo é riquíssimo, variado e interessante. Ele também abriga exposições temporárias.

AUDITÓRIO IBIRAPUERA – Antes de visitá-lo, confira a programação na internet. Pode ser que você consiga ingressos para um belo espetáculo, seja de rock ou música erudita. Se não conseguir, vá mesmo assim. O hall é bonito, a fachada é diferente e sempre há apresentações gratuitas. Uma vez, tive a oportunidade assistir a um longo concerto no gramado atrás do auditório.



MONUMENTO ÀS BANDEIRAS – Considerado o mais famoso monumento de São Paulo, o Monumento às Bandeiras foi idealizado e tocado pelo “mestre” Victor Brecheret. É uma oportunidade única de conhecer a maior obra desse grande escultor - e que, acredite, levou anos para ficar pronta. As histórias e a memória dos bandeirantes estão profundamente arraigados no inconsciente paulista. A Rodovia dos Bandeirantes, Palácio dos Bandeirantes, Avenida dos Bandeiras e estradas que levam nomes como Anhanguera e Fernão Dias estão todos em São Paulo. O Monumento às Bandeiras é um convite à fotografia.

OBELISCO – Para começo de conversa, ele passa a maior parte do tempo fechado. Mas, se der sorte, visite a cripta. Localizada no subsolo (bem embaixo do obelisco), ela resgata a memória dos heróis da Revolução Constitucionalista de 1932 – que está para os paulistas como a Revolução Farroupilha está para os gaúchos e a Independência da Bahia para os baianos.

LAGO DO PARQUE – O problema do lago é que nem sempre ele parece limpo. Fora isso, possui um belo chafariz, aves de diversas espécies (cisnes e patos, principalmente), casais apaixonados e muita gente bonita. A melhor época do ano para apreciar o lago é durante o Natal, quando os chafarizes, as árvores em volta e uma imensa árvore de Natal montada nas proximidades enchem o parque de cores.

Outros bons motivos para ir ao Ibirapuera:
01 - O Ibirapuera é normalmente frequentado por pessoas de bem com a vida;
02 – dá para alugar uma bicicleta e conhecer quase todo o parque na base da pedalada;
03 - é um local excelente para a prática de esportes;
04 – feiras, shows e exposições gratuitas ocorrem durante todo o ano, principalmente no outono e primavera;
05 – o ginásio do Ibirapuera fica pertinho;
06 – acredite: é um bom local para observar pássaros;
07 – enfim, o Ibirapuera é uma síntese de São Paulo, um lugar onde reúnem gente das mais diferentes classes, religiões, modos de vida etc.